Torta de abacaxi crocante

Sem foto ainda. Humpf!

Use como base todos os ingredientes de massa e creme do Cheese Cake.

Ingredientes:

Creme:

4 potes de cream cheese Philadelphia

1 caixa de leite condensado

Massa:

200g de biscoito maria (use marcas conhecidas) triturados

100g de manteiga sem sal

1 lata de abacaxi em calda

Cobertura:

100g de pé de moleque

O preparo da massa e creme é igual também. Adicione ao creme o abacaxi picado.

Ao invés da calda de frutas, triture o pé de moleque e despeje sobre a massa pronta, já assada. O açúcar vai começar a derreter e o amendoim dão um toque especial.

Cheese cake da Fabi

CHEESECAKEEssa receita é muito fácil de fazer. Aprendi com a Fabi Jordan e já fiz várias vezes. Sempre é sucesso.

A fotinho é da internet, pq revirei tudo e ainda não fiz foto dessa delícia.

Ingredientes:

Creme:

4 potes de cream cheese Philadelphia

1 caixa de leite condensado

Massa:

200g de biscoito maria (use marcas conhecidas) triturados

100g de manteiga sem sal

Cobertura:

blueberries, cranberries, morangos, amoras, etc.

1/2 xícara de açúcar

1 folha de gelatina sem sabor (pode ser em pó tb)

algumas gotas de limão (pode ser siciliano, fica bom)

Preparo:

Para a massa, misture o biscoito triturado com a manteiga. O ponto certo é uma farofa molhada, que pode ser moldada.

Para o creme, bata o cream cheese com o leite condensado.

Para a cobertura, coloque tudo numa panela, aqueça. Separe parte das frutas assim que começarem a desaguar, reserve. A metade que ficou na palena deve cozinhar até o caldo ficar uniforme e começar a ficar consistente. Volte as frutas reservadas, adicione a gelatina já diluída. Deixe esfriar.

Montagem:

Pré-aqueça o forno em 200 graus (forno médio)

Forre uma forma com fundo removível com a massa. Coloque o creme por cima. Asse por cerca de 12 a 15 minutos (é rápido mesmo se o forno já estiver quente)

Deixe esfriar e cobra com a cobertura. Fica muito melhor no dia seguinte (quando chega até lá)

Berinjela e abobrinha recheadas

Ingredientes:

2 abobrinhas médias

2 berinjelas médias

500g carne moída

1 lata de tomate italiano

1 cebola grande

1 punhado de azeitonas picadas

50g de trigo

50g de azeite

250ml de leite desnatado

noz moscada

muçarela light para gratinar

salsinha, cebolinha

sal, pimenta

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Preparo do recheio:

Pique a cebola e refogue, junte a carne moída e deixe fritar bem até ficar dourada.

Adicione os tomates esmagando-os com um garfo para ajudar a desmanchar na panela.

Adicione a salsinha, cebolinha e tempere com o sal e pimenta a gosto, deixe reduzir o molho.

Preparo do bechamel:

Faça uma pastinha com o trigo e o azeite, aqueça e vá adicionando o leite aos poucos, mexendo bem (eu uso o fouet), deixe ferver, mexendo sempre até engrossar, adicione a noz moscada ralada e uma pitada de sal.

Montagem:

Lave bem a berinjela e a abobrinha, corte em fatias de aproximadamente 4cm de altura. Passe sal esfregando bem na parte de dentro (que você limpou). Deixe emborcado por uns 15 minutos, o sal fará com que um pouco do líquido dos vegetais seja drenado.

Retire o miolo, usando uma faca pequena e uma colher, deixe um pouco no fundo, para segurar a carne.

Encha os vegetais com a carne moída, deixando espaço para o molho. Distribua o bechamel e cubra os pedaços todos com pedaços de queijo.

Leve ao forno alto por cerca de 45 minutos, até o queijo gratinar bem. Uma dica que pode acelerar bastante o tempo do forno é escaldar os vegetais por alguns instantes em água fervente, pode diminuir o tempo em 20 minutos. Não cozinhe, senão perde o ponto tenro e fica muito mole.

 

Em 2013 é mais fácil

Já tinha tentado substituir alguns itens do mercado pelas versões light, mas sinceramente nunca gostei do resultado.

De janeiro pra cá vim experimentando várias e várias marcas. Nesse post vou colocar alguns parceirões. Em todos os casos não deixam nada a desejar de suas versões “gordas”.

Dos destaques acima, o que tenho maior dificuldade em encontrar é a linha Pense Zero, da Batavo. Poucos mercados trabalham com variedade de sabores. Pelo que já percebi, compram pouco e sempre que o produto é reposto nas gôndolas, logo acaba.

O pudim de chocolate também é bem gostoso. Tem gosto de chocolate mesmo e não é doce enjoativo é suave. Muito bom.

O requeijão, o cream cheese, o creme de leite leve e o muçarela light são coringas na cozinha. Viram cremes, gratinados e tudo que a imaginação permite.

Mas me fala sobre essa sua dieta…

A frase do título do post é a que mais tenho ouvido nos últimos dias.

(abra o set de músicas para cantar no chuveiro da Farm pra ler o post)

Sempre fui magrela, a vida toda (acabei de postar algumas fotos no Facebook pra provar, rs). Depois que o Lucca nasceu, engordei um pouco, mas nada significativo. Nos últimos anos tive algumas mudanças de vida que me trouxeram quilos e mais quilos.

Gosto de cozinhar, gosto de comida e gosto de mesa cheia de gente e de sabor. Gosto de vinho e de risadas temperadas. O peso era consequência disso tudo sem medida alguma. Azeite, manteiga e açúcar à vontade.

Em julho próximo completarei 2 anos de Floripasualinda. Quando vim pra cá pensei que seria um movimento cármico significativo deixar boa parte de meu passado lá em Blumen, começar uma vida saudável, feliz, numa cidade leve. Inevitavelmente isso acabava sempre me lembrando da balança trancada no porão.

O começo da vida aqui foi difícil, conturbado, cinza. Só que não :)

Eu e Floripa tivemos um caso de amor à primeira vista. Ela me recebeu, me carinhou e eu relaxei. Casa, trabalho, rotinas. Tudo certo. Só a balança no porão me causando pesadelos. Mais de 80…Mais de oi-ten-ta. Mulheres leitoras gemem com um número assim que eu sei.

Como a proposta de uma vida leve estava super de pé, comecei beeeeem de leve, mudando alguns poucos hábitos. Em um ano, 2kg de sucesso. Mas isso é muito pouco, nessa proporção passaria mais 10 pra tirar o prejú.

Promessas de começo de ano são promessas de fim de ano e nada mais. Mas 2013 tinha que ser diferente. Além de voltar a ser a “eu” de sempre, queria também uma receita para conseguir fazer isso sem dor. Porque me conheço muito bem. Sou facilmente vencida por qualquer proposta tentadora, principalmente se estiver na categoria PROIBIDA. Aliás, quanto mais proibida, pior. Ou melhor.

Daí pulamos para um outro hábito recuperado depois de vários anos. Ler. Fiz uma pausa de livros longa. Lia em tudo que é lugar. Estava sozinha, lia. Andando na rua, nas filas, na cama, no almoço. Sempre. Foi meio por acaso que li uma crítica sobre a trilogia de 50 tons e achei interessante como uma reedição dos clássicos “sabrina” um pouco mais apimentado poderia arrebatar milhões de leitoras. Comprei e li em 2 dias ou 3. Leitura facinha, chiclete. Resolvi baixar o segundo no ipad. Viciei. É só ir ali, clicar e baixar e pronto. Baixei vários. Maioria só de passatempo desse tipo romance docinho.

Em janeiro catando alguma coisa a mais pra ler, o título “Eu não consigo emagrecer”, pulou na tela. Baixei e gostei muito da forma com que o Dr Dukan apresenta os argumentos. Dele e dos gordos que tratou por 25 anos. Vários com histórico de anos lutando com o peso.

Li algumas coisas em voz alta, fazendo o André de cúmplice. Achei que conseguiria. Sem dúvida alguma é preciso de um momento. Uma decisão. Começar a dieta sem essa decisão é tempo e esforço jogados fora. Decidimos os 2 tentar um dia de test drive antes de tomar a decisão.

Não vou contar aqui como é a tal dieta. Leiam o livro, busquem no google, tem informação em todo canto. O que quero contar a partir deste post é como consegui aliar uma dieta emagrecedora a um cardápio saboroso dentro de uma rotina normal de alguém que trabalha das 8:30 às 19 todos os dias.

Captura de Tela 2013-05-01 às 14.53.36De 31 de janeiro até hoje foram 10kg a menos. Estou prestes a voltar para a casa dos 60s de novo. Muito feliz com meu novo-velho corpo. Dos 38 vividos, os últimos 10 ou 12 foram dessa algazarra.

Como termino o curso de gastronomia esse ano, serão 2 grandes vitórias em um único ano.

Nos próximos posts vou organizar algumas receitas e dicas de como conciliei o Dukan à minha vida.

Agora licença que preciso fazer o almoço de hoje.

Buenos Aires – parte 2

Ficou faltando contar como distribuímos nossos 5 dias na cidade. (Respira e vai)

Sábado – 18/02

Eu trabalhei bastante na sexta, comi pizza na agência e fui pra casa umas 9 da noite pra arrumar a mala pra viajar naquela mesma madrugada.

(lembrete importante: na bagagem de mão apenas frascos de até 100ml, mais que isso ou despachado ou vai pro lixo lá na esteira)

Check in no aeroporto às 2:10 da matina, esperar a chamada pra sala de embarque sentada numa cadeira dura e literalmente escorada no André. Um pão de queijo e um café com leite caríssimos mas salvadores, antes de embarcar. Vôo rápido, 1:50 e estávamos em solo argentino às 5:30 hora local (eles não tem horário de verão)

Lá no Ezeiza, após fazer o câmbio, contratamos este transfer por 140 pesos até o hotel. Fomos de busão exclusivo, com wifi até uma estação de distribuição onde embarcamos em um carro para nosso hotel. Eu dormi e não consegui aproveitar os quase 40 minutos do caminho.

No hotel nosso quarto já estava vago e pudemos subir, usar o banheiro, descansar um pouco e pensar no café da manhã. 2 medialunas, um café com leite e uma saladinha de frutas reestabeleceram a pessoa afável que existe em mim. (mentira)

Não fomos longe no sábado, andamos pelo centro, ainda um pouco desorientados, mas fizemos o roteiro Calle Florida-Galeria Pacífico. Voltamos para o hotel, descansamos, viramos um pouco de gente e decidimos procurar janta por perto.

O lugar escolhido foi o Broccolino, que estava muito bem recomendado no TripAdvisor (aliás, recomendo baixar esse app). Escolhemos massa, eu um pesto crema de nozes, manjericão, alho e manteiga e o André acho que foi um tradicional carbonara. O vinho da casa nos acompanhou fielmente.

Já voltamos pro hotel mais levinhos, com o cansaço da viagem, as andanças e a jantinha confortável a cama caiu muito bem.

Domingo – 19/02

O café da manhã do Pullitzer é muito bom. Li em vários lugares que os buffets de café dos hotéis não costumam ser muito sortidos, não foi nosso caso. (mais uma vez seguindo as recomendações do booking.com)

No domingo escolhemos o bairro da Recoleta como destino. Esperamos bastante até desistir da tradicional feira de San Telmo e seguimos por um trajeto traçado no mapinha do telefone. Depois de algumas voltas e várias paradas para fotos chegamos na Plaza Francia: Cemitério da Recoleta (não fizemos questão de fazer fotos do túmulo da Evita, como todos fazem. Até tentamos achar, mas desistimos), Shopping Design, Museu Nacional de Belas Artes. Entramos e conhecemos tudo isso. Menos o Hard Rock café, pq não interessou mesmo (e estava cheio de adolescentes locais). Tudo bom, a nota mais razoável foi para o Shopping Design – a não ser que você esteja pensando em trazer móveis, revestimentos, é uma opção dispensável.

Tradicional e delicioso

Almoçamos no Recoleta Mall, um shopping novinho, bem perto do cemitério e voltamos. No caminho da volta para o Hotel, parada no Freddo, über sorvete. Tanto faz o sabor. todos são bons. O de manga que o André pediu estava especial. Um pote como este da foto custa 29 pesos (eu não disse que era barato, disse que era gostoso).
De novo hotel, banho (de banheira) e programa pra janta. Optamos por Palermo. Queríamos conhecer uma churrascaria tradicional e que era muito bem citada em vários artigos e posts (chamava Pampa Picante). Pois bem, taxi para o local e surpresa! A casa havia sido vendia há 4 meses. Tudo mais ou menos bom. Mentira, o vinho bem bom. A carne deles é que eu não sei…sou chata, gosto de carne no ponto e magra, não como gordura então as duas opções que pedimos não me agradaram muito. Pedimos as famosas tiras (um corte diferente da costela) e depois experimentamos o que chamam de entranhas (uma carne que fica em algum lugar pelo lado de dentro), mais macia que a primeira, mas também meio sem graça. Ah, eles não salgam a carne. Muito muito pouco sal, para a carne não perder a suculência e maciez.

Champanhe de brinde da casa para esperar o taxi da volta e descanso.

Segunda-feira – 20/02

Destino: San Telmo via Puerto Madero. Novamente fomos caminhando, conhecendo tudo, fotografando, olhando com calma. A caminhada foi longa e o Museu de Arte Moderna é bonitão mas não empolgou. Ali pertinho já é a Calle Defensa, que nos levou à Plaza Dorrego, onde resolvemos parar para almoçar ao ar livre (mesinhas na praça mesmo) ouvindo um tango rasgado cantado por um tiozinho e assistindo um show ao vivo, no meio da praça. O cardápio foi “torre” de legumes gratinados de entrada, o tradicional corte de carne que eles chamam de Chorizo. Escolhi acompanhamento de salada, seven-up de bebida e o postre (nesse caso incluído nesse combo de cardápio) ficou por conta de um chá de ervas digestivas. Caiu muitíssimo bem. Passamos umas boas 2 horas ali, sem pressa, curtindo. Até um legítimo equatoriano trazer à mesa um chapéu Panamá, que o André experimentou e compramos, com descontinho chorado, por R$ 95,00

Caminhamos mais um tanto procurando atrações locais como a Igreja Ortodoxa Russa e chegamos no bairro Boca. Paramos num mercado pra trocar uma nota de 100 pesos pro taxi, compramos água, dulce de leche (ainda está sendo degustado pelo Lucca), alfajores e uma geléia de frutas que pareceu boa. Seria o momento de irmos até o Caminito, que era muito perto dali, porém a escolha foi: taxi e hotel.Para a janta a vontade era de pizza. Tem muitas pizzarias em BAs, mas tem uma que todo mundo comenta: El Cuartito. Pizza tradicional, ambiente tipo restaurante normal e muitos anos de história. Detalhe: não abrem às segundas, descobrimos com o bilhete na porta. Partimos para opção B – Piola, uma pizzaria moderninha, com baladinha depois da meia noite. A pizza estava boa mas o vinho muito frutado. Anyway, aproveitamos tudo. Depois, cama.

Terça-feira – 21/02
Esse era o dia pra conhecer Casa Rosada e cercanias. Como era relativamente perto do hotel. Re-la-ti-va-men-te. Fomos light, parando ali no Obelisco pra fotinho e café com rosquinha na Starbucks. Fotos, fotos, fotos. A Av de Mayo é linda. Minha preferida, (concorrendo com a Av Alvear) as árvores altas e o dia de sol ficaram gravados na memória. Não entramos no Café Tortoni, mas passamos na frente. Turistas faziam fila para conhecer o café de 50 pesos.

A Av de Mayo liga a Casa Rosada ao Congresso. o passeio foi ótimo, o dia estava lindo. Do congresso resolvemos almoçar no shopping Alabasto conhecido por ser mais moderninho, mais meia horinha de caminhada e almoço. Não preciso comentar que seria impossível caminhar de volta ao hotel. Optamos então por experimentar o Subte. 2,50 pesos por pessoa, por trecho. Rapidão estávamos novamente na Calle Florida, vizinha do hotel.

Neste dia abdiquei de sair pra jantar. Optamos por comer no hotel mesmo. A pedida foi experimentar uma tradição portenha que já está chegando por aqui: as saltenhas, ou salteñas ou ainda empanadas. André desceu pra buscar na Pizzaria D’itália bem na porta do hotel, do outro lado da rua (achei um vídeo que mostra como é dentro, essa internet, vou te contar…). Mais cansaço que fome, infelizmente, porque sobraram muitas, um pecado.

Quarta-feira – Último dia

Dia de bom dia – café – check out. As malas ficariam por ali mesmo, na recepção, pois nossa ida para o aeroporto seria só no final da tarde.

Queríamos ir ao Tigre, no delta, muito comentado pelos locais, pelos preços muito mais justos, principalmente nos regalos artesanais. Calculamos tempo, dinheiro e desistimos. Não é passeio para se fazer no último dia de viagem. Optamos por Palermo e suas praças. Estávamos ainda no quarto, ajeitando algumas coisas quando ligo a TV para saber a previsão do tempo num dos canais de notícia local. Eis que estão todos os apresentadores nervosos, comentando um acidente de trem que acabara de ocorrer. Ficamos assistindo para entender o que se passava e de que forma isso afetaria nosso programa, já que decidimos ir de Subte mais uma vez. Não entendíamos a princípio se estavam falando de trem de superfície ou metrô e que linhas estavam comprometidas. A estação de Sarmiento era perto de onde desembarcaríamos. Falavam em muitos feridos, mais tarde confirmaram 50 mortos, infelizmente.

O acidente era na superfície e não interferiu no funcionamento do metrô. Decidimos ir para a estação de Santa Fé e no caminho conhecemos El Ateneo (Grand Splendid). A segunda maior livraria do mundo, segundo o The Guardian. É realmente grande, mas logo as mega stores derrubam este título.

15 minutos no Subte e estávamos na entrada do zoo. Decidimos que seria o último programa, antes de voltarmos e seguimos em busca da Plaza Sicilia e do Jardim Japonês. Conhecemos a via mais cheia de cocô de cachorro do mundo. Sério, vários prédios de um lado da rua – cerca do zoo de outro e nessa calçada, do lado do zoo, os donos dos cachorrinhos e “ões” dos prédios vizinhos sentem-se à vontade para transformar em chiqueiro. Impossível de caminhar.O Jardim Japa é mesmo para descansar e harmonizar a vibe. O lugar é super tranquilo. Como estávamos com fome e o restaurante sushi não era uma opcão (não como peixe), recorremos ao magavilhoso plano de dados da Personal que já comentei aqui e localizamos uma rua com algumas opções. Bem perto. A ideia era almoçar, passear no zoo e voltar. Era. Do passado não realizado mais que perfeito. como tínhamos mais reais na carteira que pesos, tentamos achar um restaurante que aceitasse nossas Dilmas, muito bem cotadas no comércio. Encontramos esse bistrô, com sanduíches gostosos e Heineken de 1 litro. Pagando 2,55 por 1 real. Ficamos por ali mesmo. Poderíamos ficar horas, inclusive. Mas tinha uma ideia que não saia da cabeça de meu companheiro.UNA RAQUETITA DE SQUASH – que ele viu numa loja online de BAs pela metade do preço que o normal. Esta loja aqui, é na verdade, esta loja da foto ali. Andamos pracabáleo até encontrar a bodega. Fomos, voltamos, fotografamos o Planetário, demos voltinhas, pulinhos, agachamos e encontramos a poioca dentro de um clube. Claro, sem a raquete em estoque – sem cartão – sem aceitar reais – sem nada. Quase sem loja, na verdade.

The sport center

Optamos por não ir ao zoo e voltar ao hotel. Subte, sky bar do hotel com batatas fritas com páprica (adorei isso) e cerveja gelada no final de tarde esperando o transfer. Como saideira, fui numa loja de vinhos ali perto e comprei 6 garrafas para presentes. O trasfer fiu nossa última boa surpresa. Carro particular para nós dois. Uma conversa maravilhosa com o Mariano, motorista com quem trocamos contatos para posteriormente trocar receitas. No caminho para o Ezeiza ensinei-0 a fazer farofa, para acompanhar os chorizos locais.

E foi isso. Foi do nosso jeito e foi ótimo.

Algum problema com o WordPress não me deixa subir as fotinhas agora, atualizo depois com mais imagens inéditas.

Buenos Aires – Parte 1

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Muy bien,

Minha primeira viagem internacional foi para o “quintal do Brasil”. Não entendam de forma pejorativa, bem pelo contrário. A Argentina, e sua capital, tem absolutamente tudo para fazer o visitante se sentir em casa. É quintal do Brasil, mas tenho certeza que os europeus que vem conhecê-la tem a mesma impressão ou ainda mais forte, graças à arquitetura e paisagismo.

Tudo que dizem de BAs é verdade. A exceção – sempre tem uma – é que os preços não estão baixos como pintam por aqui. Sim, come-se muito bem por R$ 30 ou R$ 40 por pesssoa. Toma-se ótimos vinhos por R$ 20. Mas o comércio está sedento por turistas e os preços estão bastante inflacionados.

Como este post tem tudo pra ser muito longo, vou separar os assuntos por temas e tentar manter alguma cronologia.

Época do ano para viajar

O verão de lá é muito parecido com o nosso, algumas manhãs um pouco mais frias, mas no geral bem quente. Como fomos dispostos a caminhar, talvez o melhor seja primavera ou outono, mas o carnaval nos deu dias de sol, chuva, nublados, não reclamamos de nada. Aproveitamos todos.

Cambio

Li muito, antes de viajar, pra saber quanto levar em reais, dólares ou pesos. Dólares, se vc já tem pq aproveitou uma cotação boa (hoje vi que está legal aqui no Brasil de novo) vale a pena levar. O comércio aceita e chega a pagar $ 4,75 pesos por dólar, o real, nos mesmos locais varia de $ 2,30 a $ 2,50 (chegamos a pegar $ 2,55 em um restaurante)

Sendo assim, tem-se que considerar: hotel, melhor pagar com cartão internacional, sem maiores problemas. Dinheiro em espécie vai ser utilizado muito em taxis, metro (que eles chamam de subte), ônibus e pequenos comércios – alguns até um pouco maiores, mas que só aceitam espécie.

Uma boa opção é o travel card Visa, você carrega com dólares aqui e usa como débito lá. Taxa bem baixa, mas a desvantagem de ter que fazer o câmbio real>dolar>peso já que não tem como carregar direto em pesos.

O melhor câmbio na Argentina é feito pelo Banco de La Nación – no aeroporto de Ezeiza tem uma agência 24h (saindo da porta de desembarque, passando uma espécie de praça de câmbio, transfer, passe a porta automática e vire à direita) muitos brasileiros já sabem disso e a fila demora, então, agilize no desembarque.

Voo

Fomos pela Gol, no voo que parte às 4:10 da matina aqui de Floripa mesmo. Desde às 2:00 no aeroporto, pq check in pela web só pra voos domésticos.

Pequeno inconveniente de ter que abrir a mala para colocar qualquer coisa que estivesse na bagagem de mão com conteúdo superior a 100 ml (a moça disse que iria pro lixo se não fosse despachado). Nada de espera excedente. Tempo de voo de 1:50 Pouso às 5:30 hora local – sem horário de verão.

Esse negócio de 100 ml vale daqui pra lá – de lá pra cá trouxemos 6 garrafas de vinho na mão, sem problema algum.

Compras

Todas as lojas estão esperando você entrar. Algumas estão na rua, buscando você, mas as ofertas não compensam muito. Não vi grandes diferenças entre os preços de bons produtos lá ou aqui no Brasil. Assim, se vc está muito querendo uma jaqueta de couro e já cogitou a possibilidade de pagar quase R$ 1.000,00 em uma, vai achar realmente barato se encontrar uma boa opção por R$ 700,00, mas cada caso é um caso. Eu não achei nada que achasse bom-bonito-barato para comprar.

Se o ímpeto por regalos for muito forte, o que os locais recomendam é que não se compre nada no centro, tire um dia para ir a El Puerto de Frutos, em Tigre, a 35km da capital (chega-se por uma linha direta de trem), onde aportam produtos feitos por locais, artesanato, comidas, bebidas, souvenirs, etc. No mesmo local pode-se contratar passeios de lancha ou catamarã pelo rio Tigre (infelizmente não conseguimos fazer este passeio, mas disseram que por 100 pesos por pessoa é possível um ótimo passeio, com direito a almoço incluído – vai ficar pra próxima, com toda certeza.)

Outra opção é pegar um taxi e seguir para as lojas de fábrica mesmo, nos falaram de algumas, mas não tivemos interesse.

Hotel

Ficamos no Hotel Pulitzer, no Microcentro. Arrependimento zero. O hotel é novo, os funcionários são ótimos, o quarto é excelente e o café da manhã, que é reclamação em vários casos de viagem pra lá, não decepcionou. Muito bem servido, farto e gostoso (nossa maior diversão era tentar entender o idioma que se falava nas mesas ao lado durante o café).

Ficar num hotel no centro é grande vantagem para se conhecer Buenos Aires a pé. Considere assim: Centro / Palermo – como duas boas opções. Palermo é um bairro enorme, mais moderno, vamos ter que voltar para BAs para conhecer melhor.

Escolhemos e reservamos o hotel pelo http://www.booking.com que tem site e app (ótimo) para iphone. Serviço confiável e muito bom para selecionar o melhor “estilo” de hospedagem.

Conexão rede de dados

Li nesse post que poderia ter um chip local, pagando pouco por dia pra conexão ilimitada à rede de dados. Sinceramente, não faço questão de voz, mas não vivo sem dados. E deu bem certo, sem burocracia alguma. Entrei numa loja personal, pedi um chip pré pago para usar internet. Por 30 pesos recebi o chip, o equivalente a 30 pesos + 5 de bônus e pude usar a rede 3G de lá por 1 peso ao dia. O saldo do cartão gastei ligando pra minha irmã – Sim, ligação internacional via chip pré-pago.

Aparentemente é uma promoção com tempo limitado, mas acredito que deve continuar.

Passeios, pontos turísticos, roteiros 

Vai ficar para outro post, acabou meu horário de almoço.