Casa nova, finalmente.

Mudança é sempre como uma tempestade. Por mais que esteja planejado, agendado e organizado, é impossível acontecer sem nenhuma dor de cabeça.

E eu tive tempo pra organizar a minha. Pedi demissão antecipadamente, quase um mês pra arranjar tudo. Consegui caixas, sacolas (as grandes do tipo que embalam edredons são ótimas e tem pra vender em lojas de embalagens). Fiz uma limpa nos armários e doei muita coisa. Muita coisa foi pro lixo também.

No dia 8, às 8h o Sr. Ademar estava na porta de casa com seus ajudantes e começou a carregar tudo. Foram muito rápidos. Considerando que eu não levei roupeiros, móveis de cozinha, máquina de lavar, geladeira e fogão, tinha que ser mais rápido mesmo.

Em menos de 2 horas minha casa estava dentro de um caminhão. Menos os gatos. Para os 3 providenciei transportes apropriados e gotinhas calmantes (próprias para os pets). Mesmo despachando “tudo” no caminhão, na revisão final ainda consegui encher meu carro de cacarecos, sacolinhas e bolsas.

O tchau pra minha mãe foi por telefone, infelizmente. Lucca ficou para o último dia de aula e tinha carona combinada com minha irmã para o sábado pós-tormenta.

A última viagem como moradora de Blumenau foi tranquila. Muitos pensamentos nas 2 horas de estrada. Expectativa de tudo novo.

(Estas fotinhas são do apartamento, mas ainda com as coisas da antiga moradora)

Cheguei em Florianópolis às 13h, com fome e sem expectativa de almoço decente. Eu e o André dividimos um lanche e já partimos pra segunda parte da mudança. Combinamos de carregar as coisas da kitinete e descarregar tudo de uma vez na casa nova.

Essa parte é que foi delicada. O apartamento não tem elevador, o nosso fica no quinto andar (quarto se considerar que chamam o térreo de primeiro), não temos nem muitas coisas, nem coisas pesadas. O que não contávamos era com uma resolução do condomínio que não permite caminhões de mudança na frente do bloco. Tem que estacionar no pátio de entrada e de lá carregar tudo pro bloco. Sem carrinho, carretinha, uatéva. Dá pra imaginar a cara do pessoal da mudança?

Enquanto o pessoal fazia força, eu estava aqui, conhecendo melhor os cantinhos da casa nova, olhando os detalhes que as fotos não tinham mostrado, coisas que tive uma única oportunidade de ver. Minha cunhada trouxe a faxineira dela e ficou 2 dias aqui, deixando tudo limpinho e bonito. Colocou vazinhos nos banheiros e deixou com cara de casa.

Nossa janta foi decente e a primeira noite no apartamento estava gelada. 3 graus no amanhecer do sábado. A sensação de tomar um café, colocar uma música e começar a arrumar a cozinha não vou esquecer. Muitas muitas caixas vazias. De tarde começaram a chegar as primeiras visitas curiosas. Marcos e Marina (cunhados), Nana e Victor (irmã e cunhado) e Lucca. Todos gostaram da nossa toca. Todos acharam com cara de casa. \o/

Resolvemos jantar fora e deixar a inauguração da churrasqueira para o domingão de sol. Deu tudo certo. Tirando uns xixis dos gatos fora do lugar (sobre a adaptação dos 5 felinos eu escrevo depois), o resto a gente vai ajeitando. Estou muito feliz.

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2 comentários sobre “Casa nova, finalmente.

  1. Ebaaaa :)

    Parabéns Jujuba, desejo muita coisa BOA pra você aí em Floripa. Que essa sensação boa de quando você começou a arrumar a sua cozinha se repita sempre porque agora dá pra chamar de “minha casa”, muito mais que antes :)

    Beijoca :*

  2. Muito bacana! Pelo que consegui ver ali dá tranquilo para pensar em fazer um próximo tweetencontro em Floripa.rs
    Show! Parabéns pelo novo apto, tá lindo ;)

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