Salad in a jar

salad_jarCerteza que vocês já viram ou ouviram falar desse jeito diferente de fazer e guardar saladas, não??

Faz algum tempo que eu penso em experimentar e agora que estou trabalhando em um lugar com bem poucas opções para almoço, trazer a comida é uma excelente opção.

Pesquisei em alguns sites e basicamente se uma ordem for seguida na montagem, os ingredientes podem variar muito.

Fiz na segunda-feira dois potes. Um comi na terça e o outro é esse sobrevivente aí da foto. Seria meu almoço hoje, mas decidi deixá-lo na geladeira desse jeito até sexta, pra ver como fica a aparência e gosto depois desse tempo. Por tudo que li, as chances de ficar 100% são grandes.

Well, depois eu atualizo o post dizendo se foi ou não, mas se já quiserem experimentar, a montagem básica é essa:

- Molho no fundo

- Vegetais duros como cenoura ou pepino

- Vegetais pré-cozidos (batatas, brócolis, vagem, repolho, etc) e frutas

- Queijos e proteínas

- Cereais (grãos e sementes)

e por último antes de fechar o pote:

- Folhas rasgadas à mão.

Não precisa dizer que o pote deve estar bem limpo e sem resíduo de cheiros.

Uma dica interessante é que se for fazer potes para a semana inteira, varie os ingredientes para não enjoar da saladinha.

Um pote como este da foto (que é de pepino em conserva) rendeu um prato grande muito bem servido.

É uma boa ideia, para dias muito atarefados, para piqueniques, para passeios, para dietas. Vale experimentar.

A minha saladinha-teste tá rycca  e contou com os seguintes ingredientes: molho honey mustard, mini cenouras, pepino japonês em tiras, abobrinha em tiras, tangerina, ameixa preta, uva passa, damasco, amendoim, linhaça dourada, tomate cereja, uva, queijo minas frescal e mix de folhas.

Brócolis ao forno

brocolis_forno
brocolis

3 pires equivalem a 45 kcal \o/

É bem raro encontrar alguém que não goste de brócolis. Normalmente as pessoas são simpáticas ao legume. Na minha casa sempre gostamos. Não era exatamente uma comida light, porque depois de cozidos, eram regados com manteiga derretida.

E não existia opção. O brócolis era aquele comprido, molenga e só. Que é conhecido como brócolis de maço.

Eu sempre gostei. Seja em versões gordas ou magras. O sabor me agrada bastante. Acabava preferindo o de maço para acompanhamento e o japonês para preparações como por exemplo o yaksoba e as sopas e caldos.

Um certo dia, pesquisando receitas para minha dieta acabei encontrando algumas referências ao dito cujo japonês, e alguns comentários muito entusiasmados sobre o seu preparo grelhado, ou ao forno.

Resolvi experimentar.

De fato, não resta nenhum motivo para se preparar o brócolis de qualquer outra forma. Chamaria essa receita até de “the ultimate brócolis”.

Ingredientes:

2 cabeças de brócolis japonês bem verdinho (vai fácil)

3 dentes de alho

Sal (pode ser o fino ou o grosso)

Azeite de oliva

Shoyu

Preparo:

Pré aqueça o forno em 250 graus

Corte o brócolis em pedaços e se alguma arvorezinha ficar muito grande, corte ao meio.

Disponha os pedaços espalhados em uma assadeira, tente deixá-los todos em contato com o fundo

Salpique um pouco de sal, pode ser bem pouco mesmo (o shoyu termina de salgar no final). Regue com um fio de azeite. Apenas para sujar um pouco o fundo e dar o aroma, também não precisa muito.

Descasque os dentes de alho, pique em pedaços graúdos e espalhe na assadeira, nesse caso o alho é mais para temperar, dar o aroma, mas fica bem gostosinho.

Leve ao forno por 20 minutos. Tire e veja se estão assados uniformemente, caso não estejam, dê uma mexida e volte ao forno por mais 10 minutos.

Ao servir, regue com um tico de shoyu. Se quiser caprichar na aparência, umas lascas de parmesão vão fazer bem bonito.

Só isso. Tá feito

Ontem de noite eu e o André comemos uma cabeça de brócolis cada um, preparados desta forma. Foi nossa janta. Serve de aperitivo e de acompanhamento.

Dica: escolha sempre o brócolis verde bem escuro. É o mais fresco e saboroso independente da espécie.

Fricassé de frango

Fricassé de frango

Fricassé normalmente leva molho bechamel ou branco, como é bem conhecido. Mas nessa receita ele é substituído por requeijão e creme de leite, ambos light.

A estrela da receita que faz a preparação ser bem mais rápida é a Vapza. Em uma caixinha tem o suficiente para um refratário médio da receita, que serve bem 4 pessoas. Aliás, que bênção essas carnes da Vapza, minha gente. Essa caixinha eu paguei R$ 11,00. Preço super justo se considerar a economia de tempo, gás e mão de obra.

frango-desfiadoO pré preparo é bastante simples, basta escorrer o conteúdo do envelope  e para isso pode-se fazer furinhos na própria embalagem, ou usar uma peneira média.

Como deu pra perceber, gosto de cozinhar, mas quando tem uma coisa come essa que agiliza o trabalho na cozinha, não custa compartilhar…

Bora lá?

Ingredientes

1 pacote de frango desfiado Vapza ou cerca de 400g de peito de frango se quiser o método tradicional de cozinhar e desfiar a carne.

1 vidro de palmito picado (normalmente mais em conta que o palmito inteiro)

100 gramas de champignons

1 lata de milho verde cozido

1 cebola grande picada

1 xícara de molho de tomate. Prefiro os molhos de tomate italianos, por terem uma acidez bastante reduzida.

1 copo de requeijão light

2 caixinhas de creme de leite light

100 gramas de muçarela light

Azeite para refogar

Sal

Cheiro verde

Batata palha para decorar

 

Preparo:

Refogue a cebola até ficar transparente. Junte o frango desfiado já escorrido. Mexa para que a carne fique bem soltinha e comece a ganhar um pouco de cor. Junte os champignons, o palmito e o milho. Adicione o molho de tomate. Nesse ponto o refogado fica prontinho para um ótimo recheio de pastel ou de empadinha, mas nós vamos adiante.

Misture as duas caixinhas de creme de leite e o requeijão. Deixe cozinhar mexendo levemente por mais 1 ou 2 minutos. Não se preocupe, o creme de leite de caixinha não talha. Nem o de caixa e nem o fresco. Isso só acontece com o creme de leite de latinha (apesar de eu ter uma receita de cobertura de nega maluca que cozinha sim o creme sem talhar). Por último adicione o cheiro verde, cada um tem a sua medida para esse tempero tipicamente brasileiro, eu uso cerca de 1/2 xícara.

O creme está pronto. Despeje em um refratário médio, cubra com o queijo e leve para gratinar em forno pré aquecido.

arroz 7 graos

Sirva decorando com as batatinhas palha (se tiver controlando calorias, deixe-as de fora).

Para acompanhar eu faço arroz 7 grãos com arroz integral, cevada, aveia, trigo, canola, quinua e linhaça. Uso essa mistura da Ráris, que fixa pronta em 30 minutos de cozimento.

Para variar a receita, sugiro trocar o palmito por aspargos e os champignons, por cogumelo paris levemente salteados na manteiga.

Se quiser complicar um pouquinho mais, pode flambar o frango no conhaque logo que colocá-lo na panela. O álcool some, mas fica muito bom o aroma suave da bebida.

No final, esta receita fica muito parecida com um strogonofe, a diferença é justamente ele ser gratinado.

Bon Appétit

Pão de queijo light de liquidificador

pão de queijo

ingredientesNormalmente faço as receitas de olho. No curso de gastronomia aprendi que é importante medir e medir e medir pra depois não precisar mais medir. Depois a gente aprende (até pra facilitar a vida) quanto, aproximadamente, cabe em gramas numa colher de sopa, por exemplo.

Essa receita de pão de queijo já fiz algumas vezes, mas hoje medi tudo certinho, pra escrever aqui.

O polvilho pode ser considerado um dos alimentos tolerados na dieta Dukan, ele se aproxima muito em termos de calorias, do amido de milho, sendo inclusive um tiquinho mais light. Ele só não deve aparecer nas listas de tolerados, porque é um alimento tipicamente nosso. O polvilho é o amido extraído da mandioca (também chamada de goma de tapioca), e é livre de glúten. Na forma de tapioca é a nova modinha das dietas mais recentes.

Bom, reduzi muito o óleo que constava na receita original. Da próxima vez vou fazer sem nada.

Até ficha técnica deu pra fazer:

Rendimento: 20 pães

Tempo de preparo: 15min

Tempo de forno: 20 min

Ingredientes:

130g de queijo minas frescal light (se quiser mais light, pode trocar pela ricota)

2 xícaras de polvilho azedo

1 pitada de sal

3/4 de copo americano de leite

1 colher de sopa de óleo

2 ovos

1 colher de sopa de fermento químico

Modo de preparo:

Pré aqueça o forno a 200 graus

Misture todos os ingredientes até ficar uma massa líquida e homogênea. Eu uso o liquidificador ou o mixer.

Verifique o sal e corrija se necessário

Despeje a massa em forminhas de empada ou numa forma única, com os espaços vazados, como as de cupcake.

Espere 20 minutos, repare que a parte que fica em contato com a forma fica dourada antes.

 

 

 

 

De bem com a vida

Tudo começa no mercado

Ontem fomos visitar o maior cliente aqui da Quadra. Tigre Tubos e Conexões, em Joinville. O propósito da visita era levar a equipe, em sua maioria, para conhecer o processo de produção do COJ e confraternizar com a equipe do marketing.

São 14 anos de relacionamento entre agência e cliente, os últimos dois e meio sendo conduzidos pelo meu atendimento. Fiquei muito feliz com o resultado desse trabalho e com o entrosamento entre as duas equipes.

Maaaaas o motivo do meu post não é a visita a Tigre. É sim a repercussão positiva que minha mudança de vida causa nas pessoas. Sim, resolvi encarar como mudança de vida. Começou como uma dieta, mas hoje é muito mais que isso. É mais vida, mais amor próprio, mais disposição, mais leveza no sentido literal e figurado.

Como eu não visito a Tigre com muita frequência, cada vez que me viam, nesse processo de emagrecimento, comentavam como eu estava bem e queriam saber a receita da mágica. Porque afinal de contas, eu cozinho e gosto de comer bem. Duas práticas totalmente conflitantes na percepção de 100% das pessoas.

E era a minha percepção também. Estava quase jogando a toalha. Cozinheiros e cozinheiras são gordos. Ponto. E além disso, causam gordeza por onde passam, espalhando suas massas, molhos e guloseimas pelo caminho. Quase um feitiço.

Ontem comentaram a respeito do blog e que algumas receitas que estão aqui não são nada light. Então tenho que me explicar.

Vamos aos fatos. Gosto de entender os porquês das coisas. Nenhuma dieta dessas impositivas com listinha do que é pra comer colada na geladeira funcionaria. Preciso entender qual a função de cada alimento e o impacto no metabolismo. Aí que entrou o livro do Dr. Peter Dukan. Nos primeiros capítulos ele faz questão de deixar muitíssimo claro a estrutura básica de sua dieta.

A proteína é fundamental para a construção celular. O corpo precisa dela para todos os tecidos. Caso nossa dieta seja pobre em proteínas, a solução do corpo é retirar esse elemento de nossos músculos e óssos. Uma espécie de canibalismo metabólico. Além disso, a proteína dá muito trabalho para ser digerida, a proporção, explica Dr. Dukan, é de que a cada 100 calorias ingeridas em proteína, 30 são consumidas na sua própria digestão, ficando acumuladas apenas 70.

Como todo mundo que frequenta academia sabe, proteína serve para criar massa magra. Ok, conhecimento assimilado, vamos aos demais coadjuvantes: laticínios magros, vegetais, carboidratos complexos, muito líquido e o farelo de aveia. Estes são os mocinhos. Os vilões são os carboidratos simples, o açúcar refinado e as gorduras.

Dr Dukan, organiza a dieta dele em 4 fases e cada uma delas tem um objetivo. O objetivo geral é obviamente emagrecer e não voltar a engordar. Nunca mais. Segui durante 2 semanas a dieta à risca. O primeiro problema que tive foi começar a enjoar com o ovo que usava diariamente para a panqueca do café da manhã. Não por conta do livro, a primeira refeição do dia é a mais importante pra mim, como deve ter dado pra perceber aqui. Resolvi fazer uma alteração por minha conta. Sairia a panqueca e entraria uma fatia de pão integral. Uma única e integral de verdade, não esse branquela com mistura de farinha branca. Preferencialmente com grãos. Essa alteração me fez tão bem que percebi que poderia seguir na mesma fase para o resto da vida. O café da manhã passou a ser motivo de satisfação, pois a alteração não impactou na perda de peso e pude seguir controlando.

Outra orientação dada no livro que seguimos foi a de nos pesarmos todos os dias. Tanto que anotamos em um calendário todos os dias o peso. Eu fui além e fiz uma previsão baseada no período total que cada fase da dieta duraria e estabeleci as pequenas metas do caminho. André me superou nesse quesito, sempre bateu as metas dele antes. É irritante como parece mais fácil para os homens. Esse hábito de saber o peso do dia ajuda muito. Além disso educa pois passamos a entender exatamente como cada exagero se manifesta no nosso corpo. E como sim é facílimo e rápido somar quilos e como é complicado perder cada 100 gramas. O benefício da comida que acalenta, ameniza a ansiedade e dá prazer passa a não ser tão grande.

Paramos de comer e passamos a nos alimentar.

Quando completamos 10 quilos a menos resolvemos sair para comer uma pizza. Foi tudo diferente. Era uma pizza sem culpa e sabíamos exatamente o que ela nos custaria durante a semana.

Aos poucos, depois que vencemos 50% da meta geral, começamos a nos permitir algumas exceções. Uma delas foi o chocolate amargo. Que confesso não é mais tão importante. Era naquele momento de “pecado” da dieta. Agora acabo esquecendo de comprar. Uma barra durava bastante, pois só comíamos 1 ou 2 pedacinhos após a janta. Mais nada.

Outro pecadinho que passou a nos acompanhar foi uma taça pequena de vinho eventualmente. Principalmente na janta. Aliás, a janta merece um parágrafo próprio. Era minha válvula de escape. Depois de um dia doído, desgastante, nada melhor que se entregar ao mais fácil, ao mais rápido. Isso acabou. Nada de sanduíche na janta. Nada de tapeação. Era comida mesmo, de verdade. E com cardápios balanceados.

Pensa, a pessoa sai da agência às 19:15h (no inverno já é noite feita) cansada, com fome e ainda tem pela frente o mercado e o fogão. E foi assim. Sem preguiça. Todos os dias definia uma receita e tentava inovar nos temperos e acompanhamentos. Muito google, minha gente. Tenho uma lista de favoritos imensa, cheia de receitas que valiam a pena. Escolhia uma dessas antes de sair do escritório, fazia as compras e bora trabalhar mais um pouquinho. Pela saúde.

Nada se compara à satisfação de fazer uma refeição decente à noite, sabendo que além de estar comendo certo, está emagrecendo. E era exatamente isso que acontecia. Comíamos muito e felizes. Sem peso nem no estômago nem na consciência. No dia seguinte tava lá a balança linda, às vezes marcando menos 300g, 400g, 500g. Vale sim o esforço.

Meu filho começou o ano também um pouco chateado com a barriga, resultado de pão, massas, doces. Resolveu comer o que nós comíamos. Como aprovava os sabores, foi com a gente e emagreceu também 10kg, está hoje um adolescente típico, tks god, sem problemas com o peso.

Não segui pra fase 3 ou 4 da dieta, parei na 2, cheia de excessões. Não perdi todo o peso que queria. Ainda tenho mais 5 pra eliminar. Quero meus 60 e não abro mão. Quase todo mundo que me vê diz que não precisa. Preciso. Mais que o peso, é uma questão de controle. Sim, como um viciado. O ex-gordo está sim propenso a voltar. O que é o efeito sanfona senão isso?

Então, colegas, ainda falarei mais sobre alimentação por aqui. Continuamos mantendo o padrão proteínas magras + vegetais + laticínios desnatados como base, incluindo os grãos e as frutas (com moderação).

As exceções são a cerveja (normalmente gourmet), o vinho e alguns doces. A farinha branca foi praticamente banida. A gordura proposital, aquela usada pra temperar, saltear, fritar também.

Queria conseguir ter incluído uma rotina de exercícios. Ainda não consegui, mas também ainda não desisti. Caminho eventualmente. Subo e desço muitas escadas todos os dias e só. Tenho falhado muito nessa parte. Tenho certeza que se estivesse me exercitando estes 5 quilos persistentes já teriam voado.

Para não deixar o post muito longo, vou colocar os links de umas receitas que ajudaram muito:

Lasanha de abobrinha

Pão Dukan de microondas

Jabá com jerimum

Purê de couve-flor (fica muito parecido com o de batata)

Quiche de ricota

Frango à pizzaiolo

Apesar de já existirem inúmeras receitas “Dukan” na internet, não fiquei só nos sites especializados. Buscava receitas com ingredientes que me interessavam e tentava as substituições. Uma que agradou em cheio lá em casa foi o bolinho de carne com aveia no lugar do pão que normalmente é usado para dar liga. Aliás, a aveia merece um post próprio, porque já faz parte dos itens essenciais de consumo lá em casa.

O mais importante? Não é uma fase. É uma vida nova. Bem mais feliz. Encontramos o nosso caminho e sabemos quando estamos desviando ou fugindo. É fácil voltar. Não nos culpamos por eventuais orgias, afinal o final de ano tá aí, e quem nunca, né? Vamos lá, encaramos a jaca, o resultado da jaca na balança e seguimos optando por vegetais, proteínas magras e carbs complexos no buffet nosso de cada dia.

Pastas para sanduíches

Buffet de mini sanduíches da Quadra
foto

Buffet de mini sanduíches da Quadra

Uma vez por mês a agência para mais cedo para podermos conhecer um pouco mais de algum assunto ou de alguém de nossa equipe que tenha uma atividade diferente da rotina de publicidade. Na quinta feira passada foi minha vez de preparar uns quitutes para o povo.

Pra falar a verdade, já estou terminando o curso e foram poucas oportunidades de exercitar o aprendizado.

O cardápio foi escolhido baseado numa rápida pesquisa: entre doce e salgado, maioria prefere salgado. Por conta do horário, o melhor seria algo que matasse a fome e tivesse bastante sabor. Como imaginei que estaria mais quente e que em véspera de feriado normalmente rola uma cervejinha pra acompanhar, a decisão foi por mini sanduíches e canapés com pastas diferentes.

Atendendo o pedido da galera, vou colocar as receitinhas aqui:

Pasta de ricota com ervas:

Ingredientes:

1/2 ricota fresca

Creme de leite fresco (nata)

Cheiro verde (salsinha e cebolinha) e orégano

Sal

Modo de preparo:

Amasse a ricota com um garfo até separar bem os grumos. Vá colocando aos poucos o creme de leite para conseguir a consistência de um patê bem úmido. Se preferir, troque parte do creme de leite por azeite de oliva.

Pique cerca de meia xícara de salsinha e cebolinha frescos. Quanto mais picado, melhor.

Misture as ervas à pasta e tempere com sal.

Como é uma pasta muito leve, serve pra acompanhar carnes mais fortes como salames, presunto cru, calabresa, etc.

A quantidade de ervas varia conforme o gosto e é possível colocar com MUITA moderação um pouco de pimenta calabresa. Além de ressaltar o sabor, os pontinhos vermelhos ficam bonitos na apresentação.

Para montar o sanduíche usei pão tipo bisnaguinha, com salame italiano, rúcula e tomate cereja.

Pasta de linguiça Blumenau

linguica_ipom_defumados

Linguiça Blumenau – boa de qualquer jeito

Para quem não conhece, a linguiça Blumenau é uma delícia da gastronomia do Vale do Itajaí. Preparada com carne suína bem temperada e defumada. Vai muito bem em inúmeras receitas. A pasta é uma das mais simples.

Ingredientes:

1 linguiça Blumenau

de 1/2 a 1 ricota (depende do tamanho)

Creme de leite fresco (nata)

Pepino em conserva para servir.

Modo de preparo:

Quanto menos ressecada a linguiça mais fácil de tirar a “casca”. Na verdade ela pode ser comida, desde que muito bem limpa pois normalmente fica exposta no mercado sem nenhuma embalagem. Mas o melhor é tirar mesmo. Então fica a dica para escolher as mais macias para por no carrinho.

Corte a linguiça já descascada em pedaços menores e triture o máximo que puder. Eu uso o mixer e transformo em uma espécie de carne moída de linguiça. Com pedaços bem pequenos.

Amasse a ricota com um garfo, deixando-a também com a aparência de uma farofa grossa.

Junte a linguiça com a ricota e vá adicionando aos poucos o creme de leite. É o creme que dá a liga e quanto mais colocar, mais molhadinha a pasta fica.

Quando faço sempre guardo na geladeira até a hora de servir em sanduíches e torradas e como o creme de leite tem a tendência de endurecer quando refrigerado, é importante colocar um pouquinho no microondas para amornar e deixar novamente a pasta cremosa.

Na minha opinião não é necessário corrigir o sal, pois a linguiça já é bem temperada. Vai do gosto de cada um.

Ancienne_BEAUFOR_200g

Mais uma vez a pimenta é opcional, nesse caso, indico a pimenta preta ou branca, moída na hora.

Para servir como acompanhamento, uma boa é cortar o pepino em conserva em Julienne (tirinhas). Se quiser saber a técnica correta, tem um vídeo legal aqui.

A mostarda com sementes vai muito bem também como sabor complementar.

Como essa pasta é mais forte, pode ser usada em pães mais rústicos como o ciabata, o italiano ou mesmo em uma foccacia.

Pasta primavera:

A terceira e última receita da semana passada foi essa pasta que aprendi com minha mãe. Com sabor muito suave, costuma agradar o paladar da maioria.

Ingredientes: 

De 6 a 8 salsichas

2 cenouras médias

1 vidro de pepino em conserva

1 vidro de maionese

1 colher de mostarda (opcional)

Modo de preparo:

É simples mas um pouco chatinho se você não tiver um ralador bom. Rale a cenoura, as salsichas (cruas mesmo) e os pepinos. Tente deixar os pedaços não muito pequenos, para que a pasta fique ainda crocante e os ingredientes possam ser distinguidos (pelo menos a cenoura e o pepino, porque a salsicha vai desaparecer).

Depois que tiver tudo ralado em uma vasilha, adicione a maionese toda e a mostarda.

Misture tudo e está pronto. Quanto mais maionese, mais suave ficará o sabor.

Por experiência própria, o pão de trigo comum fresquinho vai muito bem com essa pasta, mas se preferir, pode montar mini sanduíches com pão de forma. Como a pasta é bastante úmida, funciona super bem.

O nome “primavera” é por conta do colorido bonito que fica. As crianças costumam adorar.

*******

Importante: para deixar as 3 pastinhas mais light, troque o creme de leite fresco por requijão light, cream cheese ou opte por usar o cottage no lugar da ricota. Como ele já é bem mais úmido, dispensa os cremes.

Cada substituição muda o sabor, para quem está de dieta, vale a pena experimentar com pão integral. Já fiz e garanto que vale a pena.

Torta de abacaxi crocante

É um cheesecake, só que diferente.
É um cheesecake, só que diferente.

É um cheesecake, só que diferente.

Use como base todos os ingredientes de massa e creme do Cheese Cake.

Ingredientes:

Creme:

4 potes de cream cheese Philadelphia

1 caixa de leite condensado

Massa:

200g de biscoito maria (use marcas conhecidas) triturados

100g de manteiga sem sal

1 lata de abacaxi em calda

Cobertura:

100g de pé de moleque

O preparo da massa e creme é igual também. Adicione ao creme o abacaxi picado.

Ao invés da calda de frutas, triture o pé de moleque e despeje sobre a massa pronta, já assada. O açúcar vai começar a derreter e o amendoim dão um toque especial.

Importante: a imagem ilustrativa desse post foi emprestada do site da Chef Shirley, assim que eu fizer a torna novamente coloco uma imagem feita por mim.

Cheese cake da Fabi

cheese_cake
cheese_cake

Nunca sobra para o dia seguinte

Essa receita é muito fácil de fazer. Aprendi com a Fabi Jordan e já fiz várias vezes. Sempre é sucesso.

Ingredientes:

Creme:

4 potes de cream cheese Philadelphia

1 caixa de leite condensado

Massa:

200g de biscoito maria (use marcas conhecidas) triturados

100g de manteiga sem sal

Cobertura:

blueberries, cranberries, morangos, amoras, etc.

1/2 xícara de açúcar

1 folha de gelatina sem sabor (pode ser em pó tb)

algumas gotas de limão (pode ser siciliano, fica bom)

Preparo:

Para a massa, misture o biscoito triturado com a manteiga. O ponto certo é uma farofa molhada, que pode ser moldada.

Para o creme, bata o cream cheese com o leite condensado.

Para a cobertura, coloque tudo numa panela, aqueça. Separe parte das frutas assim que começarem a desaguar, reserve. A metade que ficou na palena deve cozinhar até o caldo ficar uniforme e começar a ficar consistente. Volte as frutas reservadas, adicione a gelatina já diluída. Deixe esfriar.

Montagem:

Pré-aqueça o forno em 200 graus (forno médio)

Forre uma forma com fundo removível com a massa. Coloque o creme por cima. Asse por cerca de 12 a 15 minutos (é rápido mesmo se o forno já estiver quente)

Deixe esfriar e cobra com a cobertura. Fica muito melhor no dia seguinte (quando chega até lá)

OBS: Nunca fia uma foto decente desse prato. Fico devendo.

Berinjela e abobrinha recheadas

935702_10151570769664183_1765369601_n

Ingredientes:

2 abobrinhas médias

2 berinjelas médias

500g carne moída

1 lata de tomate italiano

1 cebola grande

1 punhado de azeitonas picadas

50g de trigo

50g de azeite

250ml de leite desnatado

noz moscada

muçarela light para gratinar

salsinha, cebolinha

sal, pimenta

935702_10151570769664183_1765369601_n

Preparo do recheio:

Pique a cebola e refogue, junte a carne moída e deixe fritar bem até ficar dourada.

Adicione os tomates esmagando-os com um garfo para ajudar a desmanchar na panela.

Adicione a salsinha, cebolinha e tempere com o sal e pimenta a gosto, deixe reduzir o molho.

Preparo do bechamel:

Faça uma pastinha com o trigo e o azeite, aqueça e vá adicionando o leite aos poucos, mexendo bem (eu uso o fouet), deixe ferver, mexendo sempre até engrossar, adicione a noz moscada ralada e uma pitada de sal.

Montagem:

Lave bem a berinjela e a abobrinha, corte em fatias de aproximadamente 4cm de altura. Passe sal esfregando bem na parte de dentro (que você limpou). Deixe emborcado por uns 15 minutos, o sal fará com que um pouco do líquido dos vegetais seja drenado.

Retire o miolo, usando uma faca pequena e uma colher, deixe um pouco no fundo, para segurar a carne.

Encha os vegetais com a carne moída, deixando espaço para o molho. Distribua o bechamel e cubra os pedaços todos com pedaços de queijo.

Leve ao forno alto por cerca de 45 minutos, até o queijo gratinar bem. Uma dica que pode acelerar bastante o tempo do forno é escaldar os vegetais por alguns instantes em água fervente, pode diminuir o tempo em 20 minutos. Não cozinhe, senão perde o ponto tenro e fica muito mole.

Cachorro quente fácil delícia

Ingredientes:

1 pimentão vermelho

óleo

1 cebola grande

1 lata de tomates italianos

tempero verde

salsichas em rodelas

Modo de preparo:

Coloque um fio de óleo no fundo de uma panela, junte a cebola cortada em tirinhas (à juliana) e deixe caramelizar. Adicione o pimentão cortado da mesma maneira e doure tudo (se ameaçar queimar, coloque um pouco de água).

Tudo bem refogadinho, adicione a lata de tomates com o molho. Coloque pouca água, só o necessário para não deixar seco.

Adicione as salsichas em rodelas e deixe ferver por 10 minutos. Corrija o sal. Adicione o tempero verde e sirva.

Faz muita meleca e é bem mais gostoso com pãozinho de trigo (francês).

Harmoniza muito com coca-cola gelada e batatas fritas.

Lasanha básica com carne moída

Ingredientes: 

1 pacote de massa para lasanha (uso essa)

1 lata de tomates italianos (adoro esse ingrediente)

1 cebola grande

Meio quilo de carne moída (sugiro patinho)

500 ml de molho bechamel ou branco (veja aqui a diferença entre os dois e o modo de preparo)

Tempero verde

Azeitonas verdes sem caroço

Sal

Azeite

400g de muçarela

200g de parmesão

Modo de preparo:

Refogue a cebola até ficar bem dourada e adicione a carne. Mexa para ficar bem soltinha. Deixe dourar.

Quando a carne estiver dourada e bem misturada à cebola, adicione a lata de tomates, o tempero verde e as azeitonas em pedaços. Corrija o sal. deixe cozinhar tampado em fogo baixo.

Ferva bastante água já com um pouco de sal para cozinhar a massa. Escorra a massa quando estiver al dente. Dê um banho de água fria para interromper o cozimento. Se necessário coloque um fio de azeite para facilitar o manuseio.

Montagem:

Coloque um pouco do molho e da carne no fundo da travessa e cubra com massa (esse tanto de molho é importante para a massa não ressecar e grudar).

Alterne: massa, molho, carne, muçarela e termine com: massa + molho + parmesão. Leve ao fogo para derreter tudo e dourar o queijo.

Sabendo fazer essa, qualquer outra lasanha vira diversão…Frango, legumes, com ervas, outros queijos. Siga sua imaginação.

Na minha opinião essa de carne moída vai muito bem com um tinto malbec (antes durante e depois do preparo).

Dica do André: se tiver um potinho de geléia de pimenta desses, não se acanhe.

Nega maluca da Jululi

A melhor nega maluca do mundo

Aqui no sul esse é o nome dado para o bolo de chocolate com cobertura idem. Normalmente feito em formas retangulares, existem muitas e muitas receitas. Variedades à parte, uma coisa todas as mamis concordam: é unanimidade no gosto dos pequenos (e dos grandinhos também).

Vi que nos comentários sobre festinhas rolou uma dúvida sobre o doce e resolvi trazer uma receita muito gostosa (não troco essa receita por outra de jeito maneira). Aproveitem!

Ingredientes da massa:

3 ovos
2 xícaras de açúcar
3 xícaras de trigo
1 e 1/2 xícara de nescau
3 colheres de fermento
1 e 1/2 xícara de óleo
1 e 1/2 xícara de água morna
1 pitada de sal

Ingredientes da cobertura:

1 lata de creme de leite
1/2 xícara de açúcar
1 xícara de nescau

Modo de preparo da massa:

- misturar todos os ingredientes secos
- adicionar o óleo e misturar bem (fica uma farofona)
- adicionar a água morna e misturar bem
- adicionar as gemas dos ovos (é melhor peneirar pra tirar a membrana)
- bater as claras em neve e adicionar misturando levemente

- colocar a massa em uma assadeira média untada com margarina e farinha de trigo

- colocar em forno a 220-250 graus durante 30-40 minutos - para saber se já está assada: espetar a massa com uma palito de madeira seco e verificar se ele sai limpo (sem massa); ver se as bordas da massa estão “descoladas” da assadeira.

Modo de preparo da cobertura:

- misture todos os ingredientes em uma panela e leve ao fogo médio mexendo sempre até ficar bem homogêneo e borbulhar.

- coloque a cobertura em cima do bolo com ele morno (dica: se for transportar, reserve a cobertura e leve-a separado para aplicar sobre o bolo só no destino, apesar de deliciosa ela faz uma super meleca)

OBS: Aproveito para inaugurar a categoria “Receitinhas” que as mamis podem usar para compartilhar dicas de alimentos que os pequenos gostam ou até aqueles que eles não gostam muito e que precisam de um pouco mais de “estratégia” para ir pro garfo.

:)